Pequena atualização

Março 4, 2010

Isto aqui não é propriamente uma nova entrada, apenas uma atualização sobre os reviews que fiz no último ano (e alguns que fiz neste) para o Gamerview:

MadWorld
Punch-Out!!
inFAMOUS
Steal Princess
Tales of Monkey Island Chapter 1: Launch of the Screaming Narwhal
The Conduit
Shin Megami Tensei: Devil Survivor
Fat Princess
Shadow Complex
Tales of Monkey Island Chapter 2: The Siege of Spinner Cay
Little King’s Story
Dissidia: Final Fantasy
WET
Halo 3 ODST
Lucidity
Scribblenauts
Uncharted 2
New Super Mario Bros. Wii
Ratchet and Clank Future: A Crack in Time
–  No More Heroes 2: Desperate Struggle
Chime

E agora que minha rotina mudou radicalmente, pretendo voltar a atualizar este blog. Existe algumas coisas sobre as quais eu gostaria de escrever, que acho que se encaixam melhor aqui. Nas próximas semanas terei mais certeza disso.


Ainda mais novos mares: Bem Vindos ao Gamerview!

Maio 4, 2009

Sei que este blog andava com uma séria falta de atualizações, mas agora finalmente posso revelar o motivo.

Agora também faço parte da equipe do Gamerview, um site que promete ser diferenciado desses que estamos acostumados a ver no Brasil. Convido a todos que passarem por aqui que o visitem, deixem sua opinião e que se tornem frequentadores.

Por essa razão acho pouco provável que eu volte a postar reviews no Mea Koopa, de agora em diante eles poderão ser vistos no Gamerview; não apenas reviews meus, mas de toda a equipe.

Em breve gravaremos o nosso primeiro podcast, além de uma série de outras coisas que temos planejado. Por isso, repito: Visite-nos. Nos xingue se for o caso, elogie se achar que merecemos – apenas peço que não ignore. Passe por lá, e deixe seu comentário.

E quanto ao Mea Koopa, ele não irá desaparecer. Continuarei a postar por aqui, mas com foco voltado a comentários e opiniões, não necessariamente com cunho estritamente crítico.

Ah! E não deixe de visitar o Nintendo Blast para a sua dose diária de notícias do mundo Nintendo. Fique ligado porque temos algumas mudanças que aparecerão por lá em breve. Também estamos organizando um campeonato que deve ser divulgado em breve.

E por hoje é só.


OnLive, revolução demais?

Março 25, 2009

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Acho que a essa hora, todos já sabem do que trata o recém divulgado serviço OnLive. Só para passar rapidamente aos não informados, ele foi mostrado ontem na GDC como a “grande revolução no mundo dos games”. Basicamente o serviço consiste do seguinte: Um grande servidor faz o serviço de processamento dos jogos, e transfere para os usuários um vídeo do que ele está jogando. Dessa forma, poderíamos jogar qualquer coisa sem a necessidade de termos um equipamento de última geração, já que o trabalho de processamento mesmo estaria em outro lugar.

A revolução viria não só do fato de qualquer um, não importa o computador que tenha, jogar qualquer título, mas também de seu preço. Apesar de não revelado, seus produtores disseram ser o mais baixo do mercado quando comparado aos consoles sendo vendidos. Tudo que você precisa é de um pequeno aparelho – pequeno mesmo, cabe dentro de um bolso – ligá-lo a um cabo de rede e, voilá! Pode jogar o que quiser de qualquer computador ou televisão (desde que pague a taxa para cada jogo, é claro).

Obviamente uma série de problemas técnicos estão envolvidos nisso. O mais básico está na conexão com a internet. Segundo Steve Perlman (um dos fundadores da OnLive) é necessário apenas uma conexão de 1,5MB para que se tenha acesso de maneira eficiente ao sistema. Já que o serviço existirá inicialmente apenas nos EUA, não é absurdo considerar que essa velocidade está disponível para a maioria dos usuários. Entretanto isso significa uma completa subserviência à sua conexão. Todos sabemos que nem sempre ela é estável, muitas vezes funcionando com velocidades baixas ou até mesmo saindo do ar. Caso isso aconteça, significa que estaremos completamente incapazes de utilizar o serviço. Não podemos nos esquecer também do quanto isto limita a capacidade do serviço mundialmente. Quantas pessoas têm uma conexão dessas aqui no Brasil, por exemplo? Outra coisa que foi perguntada durante a conferência e que não foi muito bem respondida foi quanto a limitação de provedores. É comum haver limites à quantidade de downloads possíveis por mês; uma prática que, em teoria, diminuiria os downloads ilegais feitos via torrent, por exemplo. O OnLive requer um uso que, com certeza, excederá o limite permitido pela maioria dos provedores, deixando assim o cliente incapacitado de utilizar do serviço ao qual está pagando.

Há uma última coisa também. Pessoalmente, não sei o quanto o cidadão médio está preparado para não ter mais nenhuma forma física de mídia. Todos dizem que é algo inevitável, que acontecerá mais cedo do que imaginamos etc. Eu tenho minhas dúvidas quanto a isso, somos fetishistas, gostamos de ter nossas coisas em prateleiras, à mostra. Não apenas isso, mas o que acontece no caso da empresa falir? Para onde vai tudo que foi comprado? Qual é o direito que temos sobre o produto adquirido exatamente? É verdade que não é tão diferente do Steam, que faz bastante sucesso. Mas, mesmo neste caso, existem cópias físicas sendo vendidas da maioria dos produtos disponíveis no serviço (as exceções são, quase todas, jogos indies). Também assusta o fato de que, se OnLive der muito certo, para onde vai o espaço de outras empresas? Da maneira que o senhor Perlman diz, dá impressão que uma vez que seu produto chegar ao mercado, não haverá mais a necessidade da existência de nenhum outro produto além do dele.

Talvez seja eu quem não está acompanhando as mudanças do tempo, mas OnLive me soa um pouco revolucionário demais. O sistema parece ser muito interessante, mas tenho minhas dúvidas do quanto eu mesmo gostaria de utilizá-lo. Mesmo que tudo funcione da maneira que seus criadores querem, não sei o quanto isso substituiria consoles. Talvez seja o futuro dos jogos de PC, mas não creio que seja o futuro absoluto dos games.


Novos mares à vista (ou como agora escrevo também para outro site)

Março 17, 2009

Este é um aviso rápido. Só queria comentar que agora também escrevo para outro site, o Nintend Blast. Como o nome já indica, ele traz notícias, análises e curiosidades sobre o universo Nintendo especificamente. O site está em pleno vapor, e os membros estão sempre discutindo sobre novas ideias a abordar.

Eu não irei abanonar o Mea Koopa. Sei que a regularidade de postagem por aqui anda um pouco baixa, mas pretendo mudar isso em breve. Convido então, a quem estiver interessado, que se torne um visitante do Nintendo Blast. Nos deixe comentários e opiniões.

Apenas um pequeno adendo, por lá assino as matérias com meu nome mesmo: Heitor De Paola. Mas continuo como Zito Silva por aqui.

Link: www.nintendoblast.com.br


Afinal de contas, para onde que a imprensa de videogames brasileira está caminhando?

Março 15, 2009

A imprensa de games brasileira está em um momento estranho. Temos todos os meses, nas bancas, um bom em variado número de revistas. Se seu conteúdo é de qualidade ou não, bem, não vou entrar no mérito desta discussão. O que importa é que elas estão lá, e se não deixam de existir é porque há um público que as lê. Porém, e isto não é segredo para ninguém, o estado de nossa imprensa via internet é, na melhor das hipóteses, medíocre. Não temos um site consolidado e grande, que traga boas análises e informações, encabeçado por fortes personalidades que as transpareçam em seus textos. O máximo que se consegue agora são portais com informações escassas e atrasadíssimas, além de textos que não parecem ter sido revistos por ninguém. A situação piora se você for se aventurar por fóruns brasileiros, lugares que parecem propagar de tudo, menos discussões. Só quem explorar mesmo que encontrará alguns blogs espalhados por aí, que apresentam conteúdo interessante e diverso. Mas, mesmo assim, não têm expressão significativa.

É em torno deste assunto que se desenvolveu o mais novo podcast de Gus Lanzetta e Pablo Miyazawa. No momento eles estão fazendo um experimento com formatos e assuntos. Mas, se esse primeiro passo for indicação da qualidade futura, podemos esperar coisas muito interessantes vindas daí. Eles discutem sobre a situação da indústria brasileira atual, explorando diversos pontos que parecem ser deixados de lado pela maioria, mas que realmente não podem continuar da maneira como estão.

Para aqueles que se interessarem, o podcast pode ser ouvido aqui. Como seus criadores pedem, deixem comentários e divulguem a todos que conseguirem. Seria muito triste ver essa iniciativa morrer na praia.


Promessa é dívida: Grandes títulos anunciados para o PSP!

Fevereiro 28, 2009

Há pouco tempo comentei sobre a promessa feita pela Sony, dizendo que títulos de peso apareceriam este ano para o PSP. Não levei a notícia muito a sério, uma vez que já tínhamos ouvido a mesma promessa outras vezes. Felizmente para todos os usuários de PSP, acabei obrigado a morder minha língua.

little-big-planet13Durante uma conferência realizada há alguns dias a Sony revelou um plano de revitalização do PSP. Um aumento no número de jogos distribuídos digitalmente é parte do futuro do portátil, mas a principal notícia trata dos grandes títulos sendo lançados esse ano. Alguns deles já eram conhecidos do público, como Resistance: Retribution e Prinny: Can I Really Be The Hero (lançado há alguns dias). As novidades ficaram por conta do anúncio de uma versão de Little Big Planet, confirmando os boatos que já circulavam há algum tempo. Além disso foi mostrado um novo Assassin’s Creed, Rock Band Unplugged e MotorStorm Artic Edge; e não podemos nos esquercer que os remakes de Disgaea 2, Mana Khemia: Alchemists of Al-Revis e Shin Megami Tensei: Persona serão lançados em breve. Se somarmos isso aos fortes boatos de um novo God of War, podemos esperar um ano gordo para pequenino da Sony.

Será que o UMD vai desaparecer mesmo? Esse do Homem-Aranha bem que poderia...

Será que o UMD vai desaparecer mesmo?

Entretanto nem tu- do são rosas. Outro rumor que tem ganhado cada vez mais força por todos os cantos da internet é sobre o iminente lançamen- to do sucessor do PSP, chamado pela maioria de PSP2. A Sony continua a dizer que um novo aparelho não será lançado em breve, porém David Perry da Acclaim diz que jogos já estão sendo desenvol- vidos para o novo portátil. Não só is- so, como também disse que esse não utilizaria mais o UMD e que poderia sair ainda em 2009.

Por mais que os boatos continuem, duvido que vejamos um novo PSP este ano. Que a Sony está trabalhando em seu sucessor, isto é óbvio; da mesma maneira que todas as outras produtoras estão trabalhando nos sucessores de seus aparelhos, o desenvolvimento nunca para. É bem possível que o protótipo do PSP2 esteja quase completo, mas assumir que o mesmo saia em breve é ilusão. Presumindo que todos os boatos sobre o novo portátil sejam verdadeiros, qual seria o sentido de anunciar tantos títulos de peso em UMD para logo em seguida descontinuar o formato? Além disso muitos se esquecem que estamos em ano de crise forte, este não é o momento de apresentar novo hardware ao público, mas sim fortalecê-lo com excelentes softwares, o que parece ser a estratégia sendo utilizada pela Sony.

De qualquer maneira é mais produtivo nos atermos às informações que temos à mão, e estas nos dizem que, se tudo correr como o esperado, teremos ótimos motivos para tirarmos a poeira de nossos PSPs este ano.


Dobradinha da Atlus: Um Remake e um MMORPG

Fevereiro 24, 2009

Aqueles que se inscreveram para receberem notícias da Atlus devem ter encontrado ontem em suas caixas de entrada um e-mail com o título ** Drum Roll**. O rufar de tambores foi um anúncio para mais um MMORPG, o primeiro da companhia. O jogo é intitulado Neo Steam: The Shattered Continent e eis o que anúncio diz:

Neo Steam: The Shattered Continent é um MMORPG ambientado no universo steampunk – um mundo de fantasia conduzido por máquinas a vapor e magia. Você poderá criar seu próprio personagem, inteiramente customizável, e explorar esse novo mundo como um cidadão do Reino de Elerd ou da República de Rogwel.

Pessoalmente acho que o mercado de MMORPGs está mais do que saturado, mas aparentemente estou errado, porque ouço de um novo sendo lançado a cada semana. Para aqueles que se interessarem há um site oficial, mas no momento ele não contém muita coisa além de um link para quem quiser se pré-registrar para o beta do jogo e a informação de que ele será de graça; o que em geral quer dizer que existirão itens oficiais sendo vendidos por dinheiro, mas posso estar errado.

A outra informação é de que, após boatos terem corrido pela internet, a Atlus anunciou oficialmente o lançamento de um remake de Shin Megami Tensei: Persona, para o PSP. O site Kotaku diz que o jogo terá uma nova interface, músicas, tradução e conteúdo. Persona sai ainda esse ano.